Hoje, 19 de Setembro, se completam 13 anos desde a estreia do piloto da série Gossip Girl. A série foi um grande sucesso na época e ainda é, com isso, reunimos algumas informações sobre a mesma e muito mais, confira abaixo:

Gossip Girl foi uma série baseada nos livros da escritora Cecily von Ziegesar, e criada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, transmitida pelo canal estadunidense CW! A série teve sua estreia no dia 19 de Setembro de 2007 e seu último episódio foi ao ar no dia 17 de Dezembro de 2012, totalizando 6 temporadas e 121 episódios. Gossip Girl inicialmente recebeu críticas místicas. O The New York Times considerou a série um dos novos shows mais aguardados da TV de 2007-2008. O piloto recebeu vários comentários positivos pela Variety, The Washington Post, entre outras. Barack Obama e o prefeito da época de New York, Michael Bloomberg, decretaram o dia 26 de Janeiro como o “Dia de Gossip Girl” em comemoração ao 100 episódio da série, e ele ainda afirmou que a série é uma embaixadora da cidade!
  • ENREDO 
A série é sobre jovens estudantes de escolas de elite no Upper East Side de Manhattan, Nova York, seguidos por Serena van der Woodsen (Blake Lively) Depois de passar seis meses em internato e ficar longe dos amigos, voltou para a cidade e é muito conhecido. Os acontecimentos e histórias de cada personagem são contados no site por uma blogueira anônima (a voz de Christine Bell), cujo pseudônimo é “Gossip Girl”. Gossip Girl registra o escândalo entre Serena e suas amigas desde a oitava série de Serena, quando a garota molhou seu vestido branco no avião durante uma excursão escolar. Desde então, Serena se tornou a vítima favorita de Gossip Girl. Como Serena não forneceu nenhuma informação e passou por problemas familiares muito sérios sozinha, ela se machucou e Blair Waldorf (Leighton Meester) começou a descartar a melhor amiga socialmente, e mantenha distância de Serena para punir a perda total de contato durante sua ausência. Nate Archibald (Chace Crawford) e seu amigo de infância Chuck Bass (Ed Westwick) e até hoje Os “irmãos destruídos” Dan Humphrey (Penn Badgley) e Jenny Humphrey (Taylor Momsen) e a melhor amiga de Dan, a Vanessa Abrams (Jessica Szohr). O irmão de Serena, Eric (Connor Paolo), a mãe Lily van der Woodsen (Kelly Rutherford) e Rufus Humphrey Humphrey (Rufus Humphrey) e sua esposa Alison (Susan Misner) se separaram, pais de Dan e Jenny e a impostora Ivy Dickens (Kaylee DeFer) posando como prima de Serena (a personagem entrou na série na quarta temporada e se tornou protagonista na quinta). A partir da quinta temporada, Jenny Humphrey (Taylor Momsen) e Vanessa Abrams (Jessica Szohr) deixaram o elenco da série, mas houve algumas participações especiais.
  • BLAIR WALDORF
Blair, também conhecida como Queen B., tem estatura mediana e longos cabelos castanhos. Sua beleza é diferente das outras mulheres, assim como seu veneno. Embora saibamos que Blair Waldorf não é a garota por trás do blog de fofoca mais seguido no Upper East Side, o termo “você sabe que me ama” tem algo a ver com sua personalidade. Ela usa as melhores roupas, é arrogante, muito esperta, determinada, é perfeccionista em tudo que faz, não mede esforços para conseguir o que quer e não se importa em passar por cima de alguém para mostrar a ela Valor próprio. superior. Portanto, Blair atendeu a todos os requisitos de vilão da série, não porque a habilidade da atriz Leighton Meester fez com que todos gostassem de seu vilão. Blair é um membro importante da sociedade de classe alta de Manhattan, e seu poder e influência são o que a Queen B recai sobre todos os seus colegas de classe. A ambição de sua vida é entrar na Yale University e se tornar uma mulher influente e talentosa, porque essa Blair obteve notas impecáveis ​​na escola, cuida de sua virgindade e não quer ser uma líder natural. Embora ele tenha nascido na elite de Manhattan, todas as suas conquistas são o resultado de seu trabalho árduo e dedicação, embora Blair sempre use métodos cruéis para atingir seus objetivos. Ela é uma garota que sempre compete com sua melhor amiga Serena por causa da insegurança de seu status social (esse é seu traço de personalidade). Embora Blair seja forte e simples, ele é muito romântico, leal e sensível. Ele está pronto para defender seus amigos e nunca violar o acordo. A personagem foi inspirada em Audrey Hepburn, Jacqueline Kennedy Onassis, Hillary Clinton, Grace Kelly e outros. Blair tem um grande conhecimento de moda, cultura e história. Ela é uma intelectual experiente e uma das poucas chantagistas! Ela nunca luta para perder a guerra, ela sempre garante que o inimigo nunca se esqueça de quem ela é. Sua frase favorita é “A melhor defesa é um bom ataque.” Seu filme favorito é “Bonequinha de Luxo”. Confira abaixo a primeira promo que foi ao ar nos Estados Unidos para a divulgação da série.
Reunimos também os erros de gravações de algumas temporadas abaixo.

O LMBR, em parceria o Blake Lively Brasil preparamos um sorteio muito especial para os nossos seguidores! Serão 2 ganhadores, isso mesmo, DOIS. Confira abaixo os prêmios. Os prêmios são:

  • Funko Pop! da Blair Waldorf.
  • Funko Pop! da Serena Van Der Woodsen.
Para participar, vocês precisam estar atentos a algumas regras! O concorrente deve estar seguindo TODAS as regras. REGRAS:
  • Seguir o LMBR nas redes sociais (Twitter @leighmeesterbra e Instagram @leighmeesterbra).
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  • Dar RT nesse Tweet (x).
  • Marcar 2 amigos! Lembrando que a conta tem que ser ativa, não será aceita conta de lojas, famosos e spam.
  • O concorrente deve residir no Brasil!
  • Um ganhador irá levar para casa o funko da Blair e o outro da Serena!
E pronto! Você já está concorrendo. O sorteio acontecerá no dia 27 de setembro, as 20:00 (horário de Brasília). Boa sorte a todos. XOXO! SORTEIO ENCERRADO Parabéns as ganhadoras Thaíne (@ourshennig) e Júlia (@lucyboyntovn).

Jessica Szohr – nossa eterna Vanessa Abrams – foi questionada sobre a participação de Leighton Meester em sua nova série “The Orville” durante uma entrevista ao site TV Line. Veja qual foi a resposta da atriz:

TL: Leighton Meester, sua colega de Gossip Girl, estará em The Orville nessa temporada? JS: Sim, ela tem uma aparição mais pra frente nessa temporada, então tivemos uma pequena reunião. Isso foi muito emocionante e divertido.

Recentemente, Leighton Meester concedeu entrevista para a revista americana Men’s Journal do mês de dezembro, onde ela conta sobre sua vida pessoal, profissional e mais! Confira a entrevista abaixo:

Como é misturar o seu lado cômico com Brad Garrett e Taran Killam em Single Parents? É maravilhoso trabalhar com homens generosos que não lideram com seus egos. Me ajuda a sentir que posso ser o meu melhor, seja tentando fazer uma piada ou trazendo emoções para uma cena. A generosidade deles me traz confiança. Minha personagem é engraçada pois ela se importa muito e não é tão doce. É parecido com o seu senso de humor? Eu não gosto de piadas malvadas, mas uma das minhas coisas favoritas é “zoar” meu marido e meus amigos. Então você gosta de “zoar”, mas não gosta de ser “zoada”? Eu aguento. Mas as vezes posso ficar sensível e não gostar. Você tem uma filha de 3 anos, Arlo. O que mudou em você depois que se tornou mãe? Ainda que tenha um certo senso de perda de quem eu era antes de me tornar mãe, eu acho incrível e meio que inacreditável que eu não sinto saudade do que eu era. O que me surpreendeu foi o quanto te faz explorar e lembrar a sua própria infância de maneiras que você nunca tinha reparado antes. Como reaprender a brincar e como ficar interessado em um pequeno brinquedo por meia hora, ou sentar em um canto do tapete e apenas observar e apreciar. Ser mãe é difícil, mas se você não puder rir, está fazendo isso errado. Como é o seu marido (ator Adam Brody) como pai? Ele é ainda acima e além do que eu esperava que ele seria como pai. Isso é algo que eu acho que muitas mulheres pensam quando elas conhecem alguém. Se você é como eu, é a primeira coisa que vai pensar. Os padrões que definem um bom pai estão mudando? Eu percebi que quando estou trabalhando as pessoas me perguntam uma ou mais vezes no dia “Quem está cuidando da Arlo?”, eu perguntei pro Adam se o fazem a mesma pergunta quando está gravando e ele disse que não. Ou eu vou pro playground e vai ter um pai com seus filhos, e todo mundo vai meio que aplaudir ele por isso… mas ele só está passeando com seus filhos. Não o faz menos homem, na verdade o torna mais viril se ele compartilhar a criação dos filhos e as tarefas domésticas. Você é conhecida por seu papel em Gossip Girl como a rainha de um poderoso colégio. Você era a garota popular na vida real? O colegial não foi a melhor época da minha vida. Honestamente, eu não frequentava muito a escola pois estava trabalhando e então eu me formei antes pra poder trabalhar como uma adulta. Eu certamente gostaria de ter sido mais confiante e me importado menos com o que as pessoas pensavam. Eu acho que a maioria dos adolescentes se preocupam com isso. É engraçado porque quando você diz isso, a primeira coisa que eu penso na verdade é no Trump – como ele se pesquisa no Google e fica irritado com os resultados. Você namorou muito quando era mais nova? Eu acho que comecei tarde. Eu costumava ir para festas onde as pessoas jogavam “gire a garrafa”, mas quando parava em mim eu falava que não, que era muito degradante. Eu apenas não queria fazer – principalmente se parasse em alguém que eu gostasse. No meu final de adolescência e nos 20 e poucos, na maioria das vezes eu não tinha namorado e nem procurava por um. Eu sabia que não estava pronta e não queria ficar rodando à toa. Você gostava de estar sozinha? Quando eu tinha 20 anos, depois de um término e colegas de quarto, eu comecei a morar sozinha. Eu gostava de ser independente, ter uma carreira e ganhar dinheiro pra trilhar meu próprio caminho. Eu adorava minha vida de solteira, ser eu mesma e não ter que sentir como se alguém estivesse me julgando por longos períodos. Você fazia alguma coisa estranha, do tipo que as pessoas só fazem quando moram sozinhas? Eu percebi que não precisava usar roupas. Minha quintessência Nova Iorque à noite quando eu era solteira e pedia comida, tomando um pote de sorvete Chocolate Therapy, tão clichê quanto parece, e assistindo programas de competição culinária como Chopped. Essa era minha “vibe”. Você se interessou mais por cozinhar? Bem, as cozinhas de Nova Iorque não são as melhores para se preparar uma refeição. Eu morava em um apartamento pequeno, e o fogão ficava em ângulo em que se você precisasse usar o forno, tinha que sair da cozinha pra conseguir abri-lo. Como foi se mudar e morar com seu marido já que você gostava tanto de viver sozinha? Houveram alguns problemas na hora de dividir as tarefas. Você literalmente vai da animação de namorar pra conversar sobre pagar contas. Eu sei que não parece romântico, mas até que é se vocês dois estiverem animados e ansiosos para esse novo capítulo. E mais, antes eu assistia muito Hoarders, então eu não tive problemas em me livrar de todas as nossas coisas repetidas.
Tradução e adaptação: Equipe LMBR.

Na terça-feira, 25/09,  foi divulgada a entrevista que a Leighton concedeu para a revista Glamour. Nela, a atriz fala um pouco sobre a sua vida pessoal, Gossip Girl, e sua nova série que estreou no dia 26! Você pode conferir abaixo a entrevista traduzida.

Dizer que Leighton Meester está animada com sua nova série, Single Parents, é um eufemismo. Não só o elenco e a equipe são “super engraçados e super legais”, mas ela usa jeans e tênis no set – um grande afastamento dos dois últimos ajustes que Gossip Girl fez anos atrás. Mas o mais importante, a comédia da ABC é sobre um assunto que ela conhece bem hoje: os desafios da paternidade. O programa é sobre pais solteiros especificamente, sim, mas Meester – que tem uma filha de 3 anos, Arlo Day, com o marido Adam Brody – ainda encontra maneiras de se relacionar. “Angie é uma paralegal e mãe e tem pouquíssimo tempo para fazer qualquer coisa”, diz Meester. “Nós usamos a comédia no programa para explorar a paternidade e pais solteiros. Só posso imaginar que é o trabalho mais difícil do mundo, porque ser pai é o trabalho mais difícil do mundo.” Dito isto, ela sabe que a experiência de cada pai é diferente. “Ninguém pode dizer como será a paternidade”, diz ela. “Você acha que sabe, e então é tão difícil. Eu me sinto tão sortuda que eu tenho ajuda e um marido. Eu me sinto estável, mas há muitas pessoas que não têm isso. De uma maneira realmente carinhosa, Single Parents explora como a paternidade é uma montanha russa emocional “. Aqui, Meester compartilha sua própria experiência, como ela lidou com a mudança de Hollywood desde seu tempo em Gossip Girl e muito mais. Em Single Parents, o personagem de Taran Killam é o tipo de pai que faz a massinha de modelar do zero. Que tipo de mãe você é na vida real? LM: Eu tenho muito respeito pelas pessoas que fazem isso, mas não. As pessoas não são pagas para criar seus filhos; se o fizessem, estariam ganhando muito dinheiro fazendo todo o trabalho de secretariado, fazendo compras, limpando, cozinhando… ou apenas ouvindo. Para mim, estar em casa é incrível e estar no trabalho é incrível. Mas eu não acho que haja um equilíbrio. Tenho sorte de poder respirar entre cada projeto e apreciar os dois. Você mencionou um ponto interessante – a questão de como as mulheres equilibram tudo isso. Os homens raramente são questionados sobre isso. LM: Eu nunca ouvi um homem ser perguntado sobre isso. Eu concedi entrevistas com colegas de trabalho do sexo masculino que são pais, e me perguntam isso, mas para eles não. Eu estava fazendo o piloto de uma série e, inofensivamente, uma vez por dia alguém dizia: “Quem está cuidando do seu filho?” Perguntei ao meu marido: “As pessoas já perguntaram isso no set?” Ele disse: “Não. Ninguém nunca me perguntou uma vez quem está cuidando do meu filho”. Não é ofensivo; Eu entendo completamente o instinto, porque é típico que as mães façam a maior parte da criação de filhos e trabalho doméstico. Mesmo que os homens trabalhem a mesma quantidade, se não às vezes menos. [Risos] E as mulheres estão ganhando menos! Paternidade é mais que um trabalho de tempo integral. Você não tira um dia de folga. Mas meu trabalho remunerado é fazer cabelo e maquiagem, ser criativa, conversar com adultos, sentar para tomar um café em vez de caçar alguém.. é como sair de férias. Então o que você diz quando as pessoas perguntam como você equilibra tudo isso?
LM: Eu não acho que haja um equilíbrio. Esse termo não é real. Nós ainda não estamos perdoando o suficiente de mães, de mães que trabalham, que é a maioria da população. Eu acho que, como sociedade, particularmente nos Estados Unidos, precisamos perceber que as mães precisam trabalhar. Nós não temos uma opção na maioria das vezes, porque um dos pais não é suficiente. A maioria das pessoas não pode ficar em casa, mas você tem que pagar muito para colocar seu filho na creche.Eu me considero tão sortuda em todos os aspectos da vida, e interpretar esse papel definitivamente me iluminou.
Qual “método” você usou para este papel? Você já disse ao seu marido: “Saia de férias por três dias para eu ficar sozinha com a nossa filha?” [Risos]
LM: Eu nunca diria isso, você está louco? [Risos] Não, nós dois tentamos trabalhar quando o outro não está trabalhando tanto quanto podemos. Inevitavelmente você acaba ficando com seu filho sozinho, e é difícil fazer algo além de assistir ele. Você não pode tomar banho, você não pode comer, você não pode limpar nada. Você não vai ao banheiro sozinha. Você vai ao banheiro com uma pessoa olhando para você. Toda vez.
Você está nesse ramo há muito tempo. Como Hollywood mudou?
LM: Nos últimos dois anos, tudo transbordou. Levou-nos a existência inteira da humanidade para que as pessoas digam, digamos, que as mulheres exigem respeito e dignidade e igualdade em todos os sentidos. Ainda não estamos lá, mas estamos vendo mais mulheres que não estão na faixa dos vinte anos só têm cenas falando sobre outros homens. Nós vemos mulheres que têm falhas que não são apenas superficiais, peculiares ou fofas. Elas têm falhas profundas, como qualquer outro personagem masculino em uma série. Eu acho que [a televisão de hoje] reflete muito mais a sociedade. É importante usar isso para enviar uma mensagem. Começa com o elenco, com a sala dos roteiristas, com as pessoas trabalhando lá, e o que você coloca lá fora.
O Hollywood Reporter informou há alguns meses que o seu elenco está sendo pago da mesma forma. Isso está correto?
LM: Todos somos pagos da mesma forma. Ajuda que muitos de nós tenham o mesmo agente, mas é claro que é uma coisa boa. Eles ficaram tipo: “É justo”. Não sei se teria sido o caso há três anos, cinco anos atrás. Não é incomum falar sobre quanto você está ganhando com as outras mulheres com quem você está trabalhando. E homens! Há alguns anos, eu estava trabalhando com Adam Pally, que eu amo, em Making History na Fox. Logo de cara, ele ficou tipo: “Quanto você está ganhando? Estou ganhando tal quantia”. É a mesma coisa com esse elenco. É sobre ser transparente.
Seu primeiro papel na TV foi Law & Order. O que você lembra disso?
LM: Law & Order é o primeiro papel de todo mundo! Cada pessoa que conheci de Nova York esteve naquele programa. Essa foi uma experiência divertida, porque foi a primeira vez que eu estava em um set. Eu interpretei uma garota cuja mãe foi espancada, e eu tive uma amiga que morreu, e ela estava em um exorcismo, eu acho. [Risos] Já faz um tempo desde que eu assisti. A verdade é que, se eu estiver sendo totalmente honesta, um conjunto em geral – pelo menos para situações dramáticas – não é realmente feito para crianças. Mas em Single Parents, temos muitas crianças e estou impressionado com elas. Eles são mais profissionais do que eu! Eu estou fazendo piadas estúpidas, e eles estão tipo “Vá trabalhar”. [Risos] Em cima disso, eles vão para a escola entre as cenas enquanto eu cochilo no meu trailer. Elas trabalham duro, mas desde que você tenha o ambiente certo, tudo bem.
Não podemos terminar esta entrevista sem falar de Gossip Girl. Você está ansiosa para o dia em que sua filha possa assistir?
LM: Ah, eu não sei. Eu não sei como responder isso. Eu conheço mulheres jovens agora que estão assistindo pela primeira vez, e eu fico tipo “Uau”. A série ainda fala com muitas pessoas, então estou orgulhosa disso. Foi, em muitos aspectos, minha faculdade e um primeiro emprego. Eu tinha vinte e poucos anos, dos 20 aos 26 anos. Foi muito do meu crescimento. Eu trabalhava cinco dias por semana, com 15, 16 horas por dia, todos os dias. Muitos dias eu não via o sol porque estávamos em um estúdio das 5:00 da manhã. às 8:00 ou 9:00 da tarde. Mas eu estava em Nova York, que é o melhor lugar para se viver quando você tem 20, 21 anos. E as roupas obviamente eram incríveis. Eu vou dizer, por causa dessa experiência, estou ansiosa para usar jeans e tênis no trabalho. É definitivamente mais o estilo de Angie [em Single Parents]. É muito mais confortável. Em Gossip Girl, faríamos duas horas por semana. Nós estaríamos usando vestidos de baile, mas havia uma nevasca lá fora e nós teríamos que fingir que não e usar sapatos desconfortáveis. [Risos] Mas ainda assim, muito lindo.
Se Gossip Girl aparecesse na TV, ou você clicasse sem querer no Netflix, você pararia para assistir?
LM: Para ser honesta, eu não assisti ela porque eu estava gravando. Eu simplesmente não tenho tempo. Agora eu apenas falo: “Eu não tenho tempo para assistir a uma série de uma hora”. É difícil acompanhar uma série que é uma hora. Eu sou melhor em pedaços pequenos. Talvez quando eu tiver mais tempo livre algum dia. Eu não sei quando isso virá, mas virá algum dia. Fonte: Glamour Magazine. Tradução e adaptação: Equipe LMBR.
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Com a estreia de seu novo trabalho, Single Parents, Leighton Meester viajou para New York para a divulgação do mesmo. Ela fez uma breve passagem pelo Good Morning America onde ela concedeu uma pequena entrevista, você conferi-lá traduzida abaixo:

A ex-“Gossip Girl” Leighton Meester está estrelando uma nova série de comédia, “Single Parents”. A atriz, que é mãe de Arlo, 3 anos de idade, compareceu ao “Good Morning America” na terça-feira e revelou como seu estilo de relacionamento na vida real se relaciona com o personagem que ela interpreta no programa. “Eu não sou mãe solteira, mas faço isso ocasionalmente”, disse Meester, que tem uma filha com o ator Adam Brody. “Eu fico sozinha dias, semanas, horas – tudo isso é super difícil, então eu dou muito respeito a minha personagem e a todas as mães solteiras.” ”Ela não está indo bem ou indo mal. Ela está apenas tentando passar por isso. Mas eu acho que dessa forma, eu também sou semelhante.” Meester disse que ela se divertiu muito filmando no set que ela não considera isso como um trabalho. “É muito bom sair com crianças e depois todo mundo está no set se divertindo muito”, explicou ela. “[A série] também tem muito coração, relacionamentos realmente maravilhosos e explora o lado mais sincero e sério da monoparentalidade, que eu acho que nós meio que apimentamos lá, esperançosamente, bem e com muitas risadas”. FONTE: GMA. TRADUÇÃO & ADAPTAÇÃO: Equipe LMBR.  

Na manhã desta sexta-feira, 21, foi divulgada a entrevista e ensaio fotográfico que a Leighton concedeu para a revista Net-A-Porter. Nela, a atriz fala um pouco sobre a sua vida pessoal, Gossip Girl, e sua nova série que está para estrear no dia 26 deste mês. Você pode conferir abaixo a entrevista traduzida, fotos de Meester para o novo editorial e os bastidores da sessão fotográfica:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2018 > THE EDIT BY NET-A-PORTER | SEPTEMBER
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Enquanto o mundo ainda é obcecado por Gossip Girl – e aquelas roupas – Leighton Meester tem evoluído silenciosamente em sua carreira no palco e na telinha. Ela fala sobre sua nova série, Single Parents, e a vida além de Blair, com Jennifer Dickinson. São 5:30 da tarde e os funcionários de escritórios se misturam com a margem dos fluxos turísticos, olhando sem ver os imensos prédios de escritórios, letreiros da Starbucks, e hotéis de centro de forragens para conferências. É uma pena, porque eles estão perdendo algo incrível. Na faixa de pedrestes, ao lado da placa “Não Atravesse”, ao lado de um cartaz particularmente sujo, há uma pequena tenda triangular. Pairando ao redor, duas mulheres cujos os braços  estão pesados, com tecido preto; uma usa um cinto de mecânico ao redor de sua cintura, a outra usa um par de sapatos desenhado no bolso de trás do seu jeans, ancorado por seus saltos agulha. Interesse despertado, você pode demorar, imaginando qual é o problema, e seria recompensando com a visão da atriz Leighton Meester, 32 anos, com uma pequena Tardis preta, recém transformada em uma capa de couro, sem nem se preocupar com a indignidade de ser forçada a trocar de roupa em um dos encontros mais movimentados da cidade. “Você não iria se safar disso com mais ninguém”, diz sua agente friamente, e tendo estado perto de 100 sessões fotográficas na minha carreira, não duvido dela. “Eu nunca realmente quis parar [de atuar quando criança]. Dito isto, se eu quisesse, poderia ter parado? Eu não sei. Talvez por causa disso, eu não fiz.” É o dia seguinte e Meester escolheu The Beverly Hills Hotel para se encontrar para a nossa conversa. Os locais das entrevistas podem ter uma indicação do que esperar de seu assunto: uma barraca de suco perto de trilhas para caminhadas? Com os pés no chão; não vai deixar nada atrapalhar seu cronograma de exercícios. Chateau Marmont? Vai definitivamente dizer-lhe que eles gostam de sua privacidade enquanto escaneiam a sala de contatos. Aquele desconhecido café vegano? Eles vão se atrasar, mas você vai perdoá-los instantaneamente porque a desculpa é tão ridícula e o café estava ótimo de qualquer maneira. O Hotel The Beverly Hills sugere alguém um pouco mais a moda antiga. Escalões superiores da lista A, geralmente e provavelmente, tiveram uma reunião aqui com um diretor antes de você chegar. Parece uma escolha estranha para Meester, que foi tão cativante ontem com seu sorriso de lado. “Adam, meu marido, era um manobrista aqui”, diz ela, girando a cabeça como se quisesse medir o lugar. “Sim, antes que ele pudesse começar a trabalhar, quando ele veio para [Los Angeles com] aquele tipo de mentalidade ‘oh, eu vou tentar…” Adam, como você provavelmente sabe, porque a internet é obcecada com a união deles, é Adam Brody, com quem ela se casou em 2014 e com quem ela tem uma filha de três anos, Arlo. A ideia dele coletando chaves no final do tapete rosa antes de assinar contrato para interpretar Seth Cohen em The OC, é exatamente o tipo de sonho que Hollywood foi construída. No entanto, é difícil de acreditar que Meester seria atraída por este tipo de conto de fadas. Ela é engraçada, sim, sarcástica e autodepreciativa, mas não uma sonhadora. Definitivamente criativa – como uma criança na Flórida, ela costumava brincar com os potes de sal e pimenta no restaurante local, fazendo que eles se casassem. (“O ketchup era o padre, e eu pegava os pacotes de açúcar e os jogava como arroz…”) – mas conscientemente, o tipo de pessoa que tem um plano de longo prazo. Não é difícil de imaginar ela começando sua carreira aos 10 anos; ela ainda pode parecer que tem 22 anos, ou especialmente, sem um pingo de maquiagem em seu rosto, mas ao ouvir sua fala, não há dúvidas de que ela era o tipo de jovem que tinha a cabeça no lugar. Ela se mudou para Nova Iorque logo depois, uma cidade que ela não amava por suas luzes brilhantes, mas porque “eu fui para a escola com pessoas que, em uma idade muito jovem, sentiam que sabiam o que queriam fazer e estavam em busca disso”. Aos 14 anos, ela se transferiu para Los Angeles e continuou a arranjar pequenos empregos – “Uma mentora na maioria dos anos, alguns trabalhos como modelo, comerciais, coisas assim” – então, quando ela completou 16 anos, conseguiu sem diploma. “E comecei a trabalhar mais, porque se você é uma criança e pode trabalhar como adulto, é bom para o seu currículo.” “Eu era jovem quando comecei Gossip Girl… Eu não sou assombrada por aquela época, mas tem sido interessante para mim examinar como adulta e dizer: ‘Não sei se foi o ambiente mais saudável.'” Pode ser porque recontar a história dela novamente não a interessa, mas Meester não parece particularmente entusiasmada; você não tem a sensação de que ela estava desesperada pelo seu papel no grande momento. Em entrevistas anteriores, a atriz disse que sua infância era complicada; momentos felizes misturados com os “loucos”. Ela nasceu enquanto sua mãe, Constance, estava na prisão federal por envolvimento com tráfico de drogas, e seu pai, Doug, também passou um tempo na cadeia. A família então morou na Flórida, antes de seus pais se divorciarem e as mulheres se mudarem para Nova Iorque. Quaisquer que sejam os sentimentos dela em relação a tão jovem carreira de atriz, está claro que o dinheiro veio a calhar. Em 2012, Meester disse a Marie Claire que suas preocupações de infância eram muito diferentes de seus colegas. “‘Jimmy não gosta de mim!’ Quem se importa? Eu estava preocupada que não tivéssemos gás ou comida. Essas foram as minhas preocupações”, ela revelou. Antes a atuação era uma paixão, ou uma necessidade? Ela alguma vez quis se afastar disso? Ela hesita. “Eu nunca realmente quis parar. Dito isto, se eu quisesse, poderia ter parado? Eu não sei. Não consegui responder a esta pergunta. Eu não sei, e talvez por causa disso, eu não fiz.” “Por causa do sucesso de Gossip Girl… Eu tive que descobrir rapidamente o que é real e o que não é, quem eu posso confiar, e quem não posso.” Esqueça de parar – ao longo da adolescência e dos vinte e poucos anos, Meester mal fez uma pausa. A vida de uma estrela infantil pode ser desafiadora, e para todo ator que a navega (aparentemente) ileso, há aqueles que a consideram dura e desestabilizadora. “É um trabalho emocionalmente desgastante, porque as pessoas que estão contratando você ou não, estão te julgando com base em coisas que, na maioria dos casos, estão fora de seu controle”, diz a atriz com cuidado. “E ouvir 11, 12, 13, 14, 15 anos que um grande atributo é que você é ‘realmente profissional’ não é um elogio infantil. Mexe com a sua mente se você não ir para o caminho certo. Por isso, é importante para mim, como adulta, buscar outras coisas que sinto que constroem minha identidade de uma forma separada, e talvez mais que outras pessoas que começaram [a trabalhar] mais tarde.” A jornada particular de Meester foi fundamentalmente alterada pelo programa que a apresentou para tantas pessoas: Gossip Girl. É um assunto que eu tenho andado na ponta dos pés, porque quando surgiu durante a nossa sessão fotográfica ontem, parecia que a menção do nome deixou a atriz desconfortável. Ela fez o teste para a adaptação de TV dos romances de jovens adultos de Cecily von Ziegesar aos 19 anos, assinando um contrato glamuroso de seis anos como parte do processo. “É o melhor cenário possível que um programa pode ter por seis anos”, diz ela. “Isso não acontece com frequência.” Ela ganhou o papel de Blair Waldorf e voltou para Nova Iorque para filmar. A série teve sucesso tão rapidamente que ela e seus colegas de elenco – Blake Lively, Penn Badgley, Chace Crawford e Ed Westwick – se viram em uma elite tão grande quanto seus personagens privilegiados. Idealizados pelos designers, cujas roupas seus personagens usavam tão impensadamente, suas vidas pessoais documentadas com a mesma meticulosidade. “Eu era jovem quando comecei Gossip Girl. De repente, muito mais pessoas estavam por perto e estavam olhando para mim,” ela continua. “Se você não tem a perspectiva correta, pode ficar confuso com as pessoas sendo gentis com você ou te julgado por um comportamento típico de 20, 21 anos de idade… cometendo erros, mas tendo que torná-los públicos. Eu não sou assombrada por esse tempo, mas tem sido interessante e útil para mim olhar para ele e examiná-lo como uma adulta e dizer: “Eu não sei se foi o ambiente mais saudável”. Os horários eram certamente cansativos para o elenco e a equipe. O estúdio ficava na cidade de Long Island e as filmagens eram 16 horas por dia, cinco dias por semana, durante seis anos – “Eu chegava às 5 horas da manhã e saía às 8 horas da noite; muitos dias eu nem via o sol” – mas foi o momento certo, diz Meester, o que foi difícil. “Todo mundo tem sua própria jornada, especialmente em seus vinte e poucos anos, quanto estão apenas descobrindo quem são. Por causa do sucesso dessa série, eu fui colocada em um lugar onde essa jornada foi acelerada. Eu tive que descobrir isso rapidamente e não com uma mente completamente desenvolvida para discernir entre o que é real e o que não é, em quem eu posso confiar e quem eu não posso.Eu tive muita sorte e fui capaz de encontrar e permanecer amiga com pessoas que são verdadeiras.” “Muitas das perguntas que fazem sobre Gossip Girl são: ‘Você sente falta?’ ‘Você amava o que vestia?’ É como dizer, ‘O ensino médio era uma época incrível para você, você gostaria de voltar?’ Então ela está desconfortável falando sobre isso? Será que ela iria preferir que todos deixássemos Blair para trás? “Foi um momento muito especial… que foi cheio de desafios que não têm nada a ver com [Gossip Girl] e também, por vezes, coisas que tiveram algo a ver com isso”, diz ela pensativa. “Mas eu não trocaria por nada. É uma espécie de cápsula do tempo. “Muitas das perguntas que vem daí são: ‘Você sente falta?’ ‘Você amava o que vestia?’ E eu entendo isso, mas – e digo isso com nada além de amor – é como falar ”O ensino médio era uma época incrível para você, você gostaria de poder voltar?’ E a verdade é que foi uma experiência muito especial, única e incrível, mas não, eu não gostaria de poder voltar, eu era uma criança!” O programa em que ela está aqui para falar sobre, Single Parents, está a um mundo de distância do território de Gossip Girl. Meester interpreta Angie, uma mãe que se une a um grupo de mães e pais com o objetivo de sobreviver à vida escolar, ser pai solteiro(a) e continuar com a sanidade intacta. É leve, mas divertido, com uma mensagem “você não está sozinho, e não, você não está enlouquecendo”. E há mulheres na equipe, tanto na produção quanto na direção – notando a diferença que faz trabalhar em uma série que sente que é igualitária. Ela não sente que interpretar uma mãe a coloque em uma categoria em particular – “Eu sou uma mãe” ela diz – mas ela está empenhada em continuar se misturando. “Eu noto agora que muitos papéis que não vêm do meu jeito, como a sexy ingênua. Precisamos de mulheres que sejam mais plenamente desenvolvidas na televisão e no cinema, em todas as idades, incluindo mulheres jovens, que não estão lá para apenas ser o interesse amoroso e o encontro.” A coisa que mais me chama atenção em Meester não é sua inteligência ou seu sarcasmo bobo, mas a aura de equilibrio sobre ela. Como se ela estivesse em alinhamento, de alguma forma. “Eu não mudaria nada [no passado] porque estou feliz onde estou agora”, diz ela. “E eu acho que essa é uma das muitas partes maravilhosas de não ter um filho e conhecer sua alma gêmea, mas também me sinto muito sortuda em termos de carreira – realmente em um lugar que eu quero estar. Ela merece isso.”
BASTIDORES:

Leighton Meester que estará de volta a televisão no próximo dia 26 com a série ‘Single Parets’ realizou uma entrevista a V Magazine onde ela fala sobre sua vida pessoa, música, Gossip Girl e Single Parents. Confira abaixo as fotos e a entrevista traduzida;

Leighton Meester: Do drama ensino médio para a maternidade O início dos anos 2000 aparentemente presenteou cultura popular com tudo o que ela conhece hoje, ou seja, telefones celulares, moda, celebridades icônicas, e mensagens instantâneas (lembram quando era chamado assim?). Como um adolescente durante essa época, nada parecia tão oportuno quanto o hit e agora sempre icônico Gossip Girl. Entre o elenco de jovens brilhantes e talentosos, uma verdadeira protagonista era, de fato, Leighton Meester. Depois de 6 temporadas de Gossip Girl, uma passagem curta porém de sucesso na música pop, e uma série de papéis aqui e ali, a aclamada atriz está agora estrelando a nova sitcom da ABC, Single Parents. Em uma entrevista exclusiva, V contatou a atriz para conversar sobre todas as coisas como Gossip Girl, NYC vs Los Angeles, paternidade e seu retorno à televisão. VM: É agosto na cidade, então todo mundo se foi e o escritório está silencioso. As únicas coisas sobre as quais temos que falar honestamente são, tipo, os Instagrams das Kardashians, e o quão fedorento está lá fora. Então, como você está? LM: Eu estou bem! Isso, na verdade, faz com que eu sinta falta de Nova York [risos]. VM: Você está em L.A., certo? LM: Eu estou. E eu amo isso. Eu amo morar aqui, mas eu amo visitar Nova York e, surpreendentemente, o que me deixa nostálgica é o cheiro. Só de falar desse tipo de cheiro-de-urina-de-metrô me pega. VM: Oh, é divino. Ouvi dizer que o Diptyque vai fazer uma vela com esse cheiro, então ela pode ficar bem no manto da sua lareira. Você pode acender sempre que quiser. LM: Oh graças a deus … [risos]. VM: Ok, eu quero voltar lá atrás: onde você cresceu? LM: A maior parte do meu crescimento foi em Marco Island, Flórida. Eu morei lá desde os dois anos até os onze anos. Muitas pessoas da minha família acabaram ficando lá e eu me mudei para Nova York quando eu tinha onze anos. Eu ainda vejo Marco Island como minha cidade natal. VM: E você se mudou para Nova York para buscar entretenimento/atuação? LM: Sim, para atuar! Eu tinha ido para a Geórgia e conheci o que você poderia chamar de “agente mãe”. Era uma agência de cidadepequena, e é como uma agência e escola de modelagem em uma. Eu não morava lá, mas eu visitei muito porque minha mãe estava lá. Comecei a trabalhar com esta mulher chamada Sylvia e ela ajudava a encaixar meninas em desfiles locais e sessões de modelagem. E você basicamente iria, tipo, no shopping e eles faziam desfiles de outono e você entraria no desfile de moda, mas você tinha apenas dez anos, e você estaria no shopping e você não tinha nenhuma pista do que estava acontecendo, mas parecia ser super glamuroso e divertido. Ela também levava muitas crianças para Atlanta (e foi onde eu encontrei meu primeiro agente) que, no verão seguinte, me levou a Nova York e comecei a conhecer outros agentes e fazer comerciais e trabalhos de modelagem. Eu consegui alguns pequenos papéis de atriz e acabei ficando lá depois do verão. Acabei ficando por três anos e tive meus anos de ensino médio em Nova York. VM: Ok, então falando em Nova York, vamos apenas direto falar no série que ninguém nunca ouviu falar sobre que você fez parte, chamada Gossip Girl. Quantos anos você tinha quando foi escalada para a série? LM: Bem, me mudei para LA e fiz o ensino médio aqui. E por volta dos 16, 17, terminei o ensino médio e me formei cedo. Eu consegui alguns trabalhos e acabei fazendo uma série por cerca de um ano na Carolina do Norte. Estou realmente dando a você o detalhamento TOTAL, você sabe. VM: Que reclamona. LM: [Risos] Basicamente, fiquei para lá e para cá entre LA e Nova York algumas vezes. Mas, com mais detalhes, eu morei na Carolina do Norte por um ano e voltei para Los Angeles para fazer um teste para Gossip Girl, fui escalada e mudei para Nova York quando tinha 20 anos. Eu morei em Nova York durante todas a temporadas da série, que durou seis anos. E foi a hora perfeita, eu acho. Sabe? Se eu pudesse recomendar a alguém que mora em Nova York, dê seis anos para se apaixonar por ela. Havia uma jovem no nosso set de fotos para a V, e ela estava tipo “Estou pensando em mudar para Nova York, eu morei aqui em LA toda a minha vida, e o que você acha?” E alguns de nós dizia: “É muito difícil, tipo, com crianças…” porque, sabe, a cidade é dura. Você meio que se acostuma com a conveniência de LA, e você fica tipo “É muito difícil morar em Nova York”. Acho que a época perfeita para morar em Nova York é durante a faculdade ou logo depois da faculdade, porque há muita cultura e vários tipos diferentes de pessoas, é muito fácil de se locomover e é realmente uma cidade incrível. Eu amo Nova York e documentar o tempo que passei com Gossip Girl foi uma experiência maravilhosa. VM: Você pode me dizer um pouco sobre o início de Gossip Girl e algumas boas lembranças ou alguns grandes momentos em que você pensou “Ok, eu vou lembrar disso para sempre” ou quando você recebeu um conselho no processo que ainda continua contigo? LM: Eu entrei em Gossip Girl depois de filmar alguns pilotos que nunca foram escolhidos, tipo, “Isso tem uma ótima chance. Eu acredito nisso. Eu adoro isso e adoro a personagem ”. Quando recebi o roteiro, no início, eles me perguntavam: “Se você tivesse que escolher Serena ou Blair, para qual você gostaria de fazer um teste?” E é claro, eu queria audição para Blair. Eu pensei que isso seria mais apropriado para mim e honestamente era um ajuste melhor. Então chegamos a Nova York para filmar o piloto e houve esse sentimento instantâneo de grupo de “Oh, nós temos algo realmente especial aqui” e todo mundo meio que imediatamente gravitava um para o outro como uma família; todos nós nos unimos para a jornada. No dia seguinte à estréia do programa, de repente, havia muitas pessoas extras em volta do set quando estavam filmando no Upper East ou West Side, sabe? Um monte de jovens fãs que tinham visto o show na noite anterior e vieram assistir no dia seguinte… literalmente no dia seguinte. VM: Eu estava lá no dia seguinte. LM: Mesmo?! VM: Estou brincando. Provavelmente estava me encolhendo por dentro e desejando que eu pudesse estar lá. LM: [Risos] Mas, provavelmente, as lembranças mais pessoais e significativas para mim eram estar no set e formar amizades e relacionamentos duradouros e ser capaz de atuar com pessoas que eu admiro. Quero dizer, começar o diálogo em si era algo que eu sempre me diverti muito. Havia muito, pelo menos para minha personagem, um diálogo engraçado e quase poético. O ritmo que escreveram para Blair era tão espirituoso e inteligente, e ela falava com aliteração e esse tipo palavra-maior-que-a-vida, enquanto descia as escadas no mais elegante dos vestidos. Era tão dramático. Além disso, definindo e explorando as relações de Blair e sua governanta Dorota, com quem eu tive tantas experiências incríveis. Eu diria que, com ela, trabalhei tanto quanto ou mais do que qualquer um. Definir isso e descobrir que essa personagem era como minha mãe, minha melhor amiga, minha irmã, e às vezes, a única pessoa a quem eu poderia contar, era uma curva de aprendizado. E então, também achei que a dinâmica entre Blair e sua mãe era realmente boa, e poder fazer isso com Margaret Colin era realmente maravilhoso. Formar os relacionamentos que fiz no set foi muito fácil, porque eu trabalharia no mesmo trabalho, todos os dias, durante seis anos. A equipe, o elenco, toda a equipe, como mencionei antes, tornou-se uma família. E você os vê e então vê pessoas que você conheceu tendo filhos, e então vê seus filhos crescendo. Tipo, o operador da câmera tinha um filho de dois anos de idade e, no final da temporada final, ele tinha oito anos de idade. Me mudei para Los Angeles muito rapidamente depois que terminei a série porque acabei comprando uma casa e queria uma folga do meu capítulo sobre Gossip Girl/Nova York. Eu tenho muita sorte de voltar lá muitas vezes para o trabalho. Imediatamente depois de se mudar para LA, GG permaneceu existindo em meus sonhos como se eu ainda estivesse filmando. Foi estranho terminar a série; que essa coisa que eu vinha fazendo há tanto tempo, que era realmente todo o meu mundo, tinha acabado. Obviamente, quando você passa por algo por tanto tempo, eventualmente, durante todo esse processo, por causa disso, e separadamente, você apenas cresce e faz algo diferente. Eu precisava descomprimir um pouco. Eu queria limpar minha paleta com outros papéis. E então a perspectiva de interpretar outros personagens era realmente excitante, mas é claro que a realidade de aprender um estilo de vida além de ter um calendário de filmagem de cinco dias por semana durante seis anos foi difícil. Gossip Girl foi uma experiência de mudança de vida. Eu não posso nem imaginar o que minha vida seria se eu não tivesse isso e me sinto a garota mais sortuda do mundo. VM: Você é fã de RuPaul’s Drag Race? LM: Eu.. isso é terrível, mas eu nunca vi… VM: Com licença?! LM: Eu sou uma grande fã do RuPaul mas… VM: Você percebe que Blair Waldorf é como um ícone gay do início dos anos 2000, certo? Você consideraria ser uma juiza convidada no programa? Por favor diga que sim… LM: Quero dizer, eu obviamente adoraria ser uma jurada no programa. VM: AMÉM! Pouco tempo depois, você começou a lançar músicas. Você pode falar comigo sobre algumas de suas primeiras memórias de música em sua vida, e quando você decidiu que era algo que você queria criar? LM: Acho que provavelmente foi mais cedo do que eu entendo ou sei. Conscientemente, apenas ouvir música, crescer e gostar de um estilo mais do que outro e meio que desenvolver um sentimento era muito real para mim quando criança. E então, mais tarde, acho que provavelmente começou quando eu escrevia poesia, não música, apenas palavras. E depois, acabaram alguns anos depois, juntando tudo e se interessando pela criação atual. Eu comecei musicalmente, brincando com amigos e fazendo músicas lo-fi. E  depois de me mudar para Nova York, comecei a produção mais oficial e trabalhei com alguns produtores que conheci trabalhando na cidade. Comecei a percorrer um caminho que, afinal, não persegui por muito tempo: a música pop. Eu me diverti muito criando pop, mas não era onde meu coração ou som se identificava. Apenas o mundo inteiro disso não era o que eu realmente queria seguir, a longo prazo. Então, comecei a trabalhar sozinha e ouvir minha própria voz e o que eu queria dizer. VM: Agora, sobre seu mais novo projeto, Single Parents. Ele estreia no final de setembro, certo? LM: Sim! 26 de setembro. VM: Parabéns! Você pode me contar um pouco sobre como o projeto veio para você e um pouco sobre sua personagem/a série? LM: Então, a série é sobre um grupo de amigos, amigos improváveis . Eles estão juntos porque seus filhos estão todos na mesma aula, mas também acontece que todos são pais solteiros. Minha personagem, Angie, é uma mãe solteira e ela tem um filho de sete anos de idade. Angie é uma espécie de personagem “não-tenho-tempo-para-quase-ninguém”. Ela perdeu sua vulnerabilidade apenas porque precisou madurecer devido a ter tempo zero para tudo e por fim, e tem medo de se machucar. Ela formou um vínculo com esses outros pais para que outra pessoa pudesse cuidar seu filho, para que ela pudesse ter um dia de folga a cada duas semanas para ficar sozinha. Os pais se ajudam, mas Will entra, interpretado por Taran Killam, e ele é exatamente o oposto.Ele é tão entusiasta, fazendo o máximo por seu filho e ele é o pai da sala de aula. Ele faz as artes e ofícios, sua casa é como uma loja de brinquedos, e ele enfim focou toda a sua vida para sua filha e não tem uma identidade além de ser pai. O relacionamento de Angie e Will é especial porque ambos trazem o melhor um para o outro e forçam um ao outro ase abrir ou madurecer. Eu acho que essa série tem muito coração, mas também é muito engraçada e é uma ótima maneira de desarmar as pessoas e alcançá-las. VM: E você mesmo é mãe. Você pode falar comigo sobre assumir esse papel e a maneira como usou suas próprias experiências durante o processo? LM: Eu tenho uma criança de três anos e é definitivamente útil entrar nisso com a experiência de ser uma mãe e compreender as nuances que só alguém que é pai sabe, como ser realmente privada de sono e fralda e coisas assim. Eu não sou uma mãe solteira, mas EU ME CURVO para pais solteiros porque até eu estar sozinha com meu filho por uma hora ou um dia é a coisa mais difícil. Quero dizer, fazer isso com um parceiro é difícil, mas estando completamente sozinho e lidando com todos os momentos difíceis, todos os arranhões e as lágrimas, eu não posso imaginar como é difícil sozinho. Eu também acho que todos os bons momentos são realmente difíceis também porque às vezes você quer compartilhar o quanto você ama esse pequeno humano com um parceiro, sabe? A outra pessoa que faz parte da vida desta pequena pessoa. Eu acho que, um com o outro, esses personagens em Single Parents formam esse grupo especial como um sistema de apoio para o outro dessa forma. Como eu disse, espero fazer justiça. É o passeio, sabe? Acho que muitas pessoas acham que não estão fazendo bem essa coisa de pais. Eles não estão indo mal, estão apenas achando que estão. E acho que foi assim que Angie esteve e estou animada para ver como ela se desenvolve ao longo da temporada. Estou muito feliz por poder interpretar este personagem. É muito divertido e Single Parents definitivamente não é apenas para pais. Eu acho que é sobre um grupo de pessoas solteiras que são pais. Então, é claro, você obtém todas as realidades das famílias com este programa, mas também obtém amizade adulta e dinâmicas românticas. É para todos.  VM: Minha irmã mais nova acabou de ter um bebê neste verão e ela é professora e tem que voltar para a escola. E eu fiquei tipo “Maggie, como se sente? Você está com ela há três meses, todos os dias, e agora você vai ter que voltar ao trabalho?” E ela disse: “Eu gostaria de dizer que estou triste, porque estou muito triste, mas também estou muito animada para sair com adultos novamente. ” Então, eu acho que exatamente o que você disse é uma maneira bonita de pensar sobre isso e eu acho que é a chave e a importância para o show e a relevância de o que é isso. São pessoas adultas que são pais. Que é um monte de gente no mundo. VM:Muita gente… muitas pessoas [risos]. LM: E isso se torna uma grande parte da sua identidade, e eu acho que é importante ter separação e, obviamente, ter conexões e conversas com outros adultos, porque senão você enlouquecerá. Eu amo ser mãe e sinceramente considero o papel da minha vida.
FONTE; V Magazine. TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Equipe LMBR.
ENSAIOS FOTOGRÁFICOS – PHOTOSHOOTS > 2018 > V MAGAZINE | SEPTEMBER

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