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Ela pode roubar o show em Gossip Girl com a über criança Blair Waldorf, mas na vida real Leighton Meester não é uma princesa mimada. Aqui, ela se abre sobre amor, suas inseguranças, como ela odiou o ensino médio e o porque ela talvez seja a garota mais feliz do mundo.
Alguém pode ser tão feliz como a Leighton Meester de Gossip Girl?
É óbvio que com 23 ela é linda, famosa e rica, mas não é cedo, com vinte e alguma coisa para dizer coisas como, “Eu estou vivendo o meu sonho”? E uma pessoa que tem tweets como, “Ontem foi o melhor dia da minha vida, vamos ver se conseguimos colocar esse no topo” e segue com uma honestidade insensível, “Sim. Esse dia é o melhor”? Leighton Meester é essa pessoa. A garota mais feliz do mundo.
Ceticismo é natural e não só por causa da sua personagem nas telas, a abelha rainha Blair Waldorf poderia comer a maioria de nós no café da manhã. Na era dos paparazzi, fofocas sobre celebridades e chats online que causam no mundo de Gossip Girl, o conto de fadas da fama se tornou mais Irmãos Grimm do que Hans Christian Andersen. Por todos os flashes e sorrisos de 10000 watts nós esperamos um fim repentino. Mas não, ao que parece, nesse conto. Leighton, que está na cama sorrindo para o fotógrafo quando a conheço, rapidamente prova ser charmosa, exatamente como aparenta ser. “Eu estou me divertindo,” ela diz. “Porque, adivinha só? Hoje foi um dia na cama.”
Deitar-se está em falta ultimamente. Gossip Girl, um colégio particular e moderno no Heathers capturou a nossa cultura de twitter e mensagens de textos, e está indo para uma quarta temporada, tendo feito estrelas do trio de fashionistas – Meester, Blake Lively e Taylor Momsen.
Enquanto isso, Leighton também gravou ser primeiro álbum solo (seu single de estréia “Somebody To Love”, com parceria do cantor/compositor americando Robin Thicke, saiu em Novembro).
Ela ainda tem dois filmes para estrear incluindo Date Night com Tina Fer de 30 Rock e The Roommate, um conto sombrio sobre obsessão que ela descreve como “A experiência com mais desgaste emocional da minha vida.” Tudo isso e freqüentes aparições no tapete vermelho também, de apresentar o MTVU’s Woodie Award com Cyndi Lauper para o espantoso momento com Louis Vuitton no New York Metropolitan Museum’s Costume Institute Gala.
Leighton é um pouco mais casual após as fotos, em jeans desfiados, blusa de um ombro só e Converse. Mais bonita pessoalmente do que na TV, sua maneira fácil e alegre está distante da encrenqueira Blair – uma “predadora Junior Joan Collins” como a revista Variety chamou-a.
Você pode imaginar o quanto Blair fungaria quando Leighton pega seu iPhone com a vista das janelas que vão do chão até o teto que são a cara do centro de Manhattan. Que déclassé! “Eu lembro da primeira vez que eu vi o arranha-céu,” ela diz. “Eu tinha 11 e eu , minha mãe, dois irmãos e um cachorro fomos para a Georgia e passamos pelo George Washington Bridge…” Ela vai para longe brevemente, se perdendo em seu flashback. “Foi louco. Eu nunca esquecerei isso.”
Deve ter sido uma viagem e tanto, viajando por três dias de Georgia para a Terra Prometida – sua mãe cantando “New York, New York” enquanto atravessavam o rio Hudson – e era para ser uma viagem para mudar a vida. “Nós fomos ao apartamento da irmã da amiga da minha mãe,” ela lembra. “Era na Park Terrace West [no ponto mais alto de Manhattan, perto da The Bronx] e eu lembro de ficar encarando o endereço e pensando, ‘Wow, Park Terrace!’ Isso foi legal, mas lá tinha ratos e baratas e era realmente longe de qualquer lugar.”
Bichos e distância, contudo, Leighton descobriu que Nova York era uma vício difícil de abandonar. A família tinha planejado ficar pelo verão, mas estenderam a visita por três anos, com Leighton inscrita na Professional Children’s School – plataforma de lançamento de Uma Thurman e Scarlett Johansson. Isso era, ela diz, três dos melhores anos de sua vida – seguido por três dos piores.
“É engraçado que agora eu estou numa vida sobre o que a escola deveria ter sido – glamorosa e cheia de festas,” diz Leighton. “Mas eu não fiz nada dessas coisas. Eu odiava a escola.” O que significava para ela o Beverly Hills High, onde ela foi levada a um grande estado de tensão depois de se mudar com a mãe para Los Angeles. “Eu não contava as pessoas que eu era atriz,” ela diz. “Então um dia, eu fui para escola e alguém estava segurando uma revista e eles ficaram tipo ‘Essa é você?’ Era só uma pequena foto divulgada – Eu tinha 14 anos – e eu disse ‘Sim, sou eu’ e eles ficaram tipo, ‘Cara, você é tão idiota’.” Ela tem um arsenal de histórias engraçadas. Depois de fazer uma participação em um programa de TV, ela foi surpreendida por um estudante com um comentário maldoso, “Você é maior na TV.” Leighton inspira. “Eu disse, ‘O que você que dizer?’ E eles disseram, ‘Bom, você fica um pouco gorda’.” Ela expira. “Crianças são tão malvadas! O que há de errado com elas?”
E não só crianças. Uma professora uma vez rasgou seu dever de casa em pedaços. Outra reduziu usa nota de biologia para C depois de ela tirar um tempo para fazer um filme (na verdadeira forma da Blair, ela mudou isso para um A. “Eu mereço isso,” ela protesta). “As pessoas não estavam ok com o problema da freqüência,” ela diz. “Eu fazia tudo menos ir a escola, então eu cabulava aula. Eu não estava namorando por ai, mas nós iríamos fumar maconha.” Ela disse que foi uma adolescente tímida, mas você tem o pressentimento que a sua infância fora da linha agravou o isolamento que sentiu entre o status queens de Hollywood. “Colégio não é divertido para a maioria das pessoas, mas as pessoas que se divertem, geralmente está se divertindo a custa dos outros e isso é horrível,” ela diz. De modo algum eu tive uma criação tradicional, mas eu fui criada com amor. Eu não acredito que importe o lugar de onde você veio.”
Isso pode parecer rico vindo da garota que faz Blair Waldorf, mas Leighton não é cega as ironias da personagem que a tornou famosa. “Ela pode ser muito agressiva,” ela diz sobre a sua outra personalidade na TV, o que pode ser o maior eufemismo do ano. “Apesar de não estarmos muito longe em termo de anos, em termo de maturidade, ela faz coisas que eu fico tipo ‘O que você está fazendo?’” Ao mesmo tempo Leighton e Blair cresceram próximas como cresceram velhas. “O que ela odeia em si mesma são suas inseguranças,” diz Leighton. “E o que eu posso relacionar a essa dor é que ela precisa passar por ela. Todo mundo tem inseguranças. Mas as delas são ampliadas para atender ao show, mas ela é imperfeita e isso é que é bonito nela. É como todo mundo é. Ela só não tem tanto poder como ela gostaria.”
O que Blair poderia fazer com alguma das histórias felizes da Leighton? Apesar de sua mãe e o seu irmão mais novo terem se mudado para Georgia quando Leighton tinha nove anos, deixando-a a um pulo entre lá e seu pai e meias-irmãs na Florida, ela ficou extraordinariamente sem problemas com esse arranjamento. Mas, Leighton não é o tipo de pessoa que se foca nos pontos negativos. É o que a torna tão livre. “Pessoas e suas inseguranças podem tentar controlar você e isso não é bom,” ela diz. “Se você honestamente acredita em si mesmo e segue a sua coragem e o seu coração, você quase sempre fará a escolha certa.”
Ocasionalmente, algumas coisas irão se revelar. “Eu tenho uma estrutura muito forte em vários sentidos – eu tenho que ter, tenho que me proteger,” ela admite, mas seu modo dominante é simplesmente feliz. “Eu preciso agir para viver. E preciso cantar e me apresentar para pessoas maravilhosas. E viajar e vestir roupas maravilhosas. O que mais você quer na vida?”
E para o seu guarda-roupa, Leighton reflete uma sensação mais eclética – ressaltando designers americanos Prabal Gurung e Kimberly Ovitz – e então Blair, cuja a influência é mais Bonequinha de Luxo. “Ela tem um gosto muito caro e eu também tenho, mas não sou esnobe,” ela diz. “Seu visual é sempre o mesmo; o meu muda. Ás vezes eu coloco tudo para fora – E vestirei um vestido formal – e outra vezes eu vestirei um jeans.” Ela faz uma pausa, reconsidera. “Eu não sou uma pessoa de vestir muito jeans, mas eu coloco chapéus e óculos; Eu não acho que muitas pessoas iriam me reconhecer.”
Todas as faixas trazem a palavra com A no álbum da Leighton – casos amorosos tratados de forma irônica e uma surpreendente confidência musical. Ela cresceu numa casa cheia de música: The Police e Paul Simon quando estava com seu pai na Flórida; Madonna e David Bowie com sua mãe em Georgia. “Minha família sempre teve muita música,” ela diz. “Uma música pode capturar o humor ou ela mesma pode se contradizer. Eu amo isso quando a música tem um som feliz, mas você está falando mer**, ou vice e versa. Quando eu estou fazendo melodias, eu apenas canto e eu sigo com o que vem a minha cabeça. Por exemplo, eu tenho uma música chamada ‘Not in Love’ e a primeira frase é, ‘I Don’t want a relationship’. Isso simplesmente veio.”
Isso pode não ser música para o seu namorado, o ator Sebastian Stan (quem ela recusa a falar sobre), mas Leighton insiste que não é nada pessoal. “Eu nunca gostaria que alguém associasse as minhas letras com como eu me sinto no momento, porque eu escrevo sobre experiências que não necessariamente são atuais. Eu amo dizer que vivo o momento, mas eu tenho um passado.” Então o seu recente single com Robin Thicke onde ela pergunta, “Existe alguém que ainda acredita em amor?” não significa que ela estava sendo cínica e cansada de nós? “Não mesmo,” ela diz. “Eu amo o amor. Eu realmente amo amar. O que é estranho porque de um certo ponto de vista essa música poderia ser de alguém que está exausto, mas também poderia ser sobre alguém que tem toda a esperança do mundo. Eu acho que sou um pouquinho dos dois. Eu sou muito cautelosa, mas eu ainda libero meu coração a isso.”
Uma coisa que as músicas refletem é a auto consciência da Leighton. Ela lembra-se de ter falado com um amigo que contou a ela que, uma vez que percebe no que você é bom, você precisa perceber no que você não é bom. “Eu sou sortuda, porque percebi o que queria fazer desde pequena, mas isso não significa que eu ainda não esteja crescendo,” ela diz. “Eu posso ser egoísta algumas vezes, essa é uma das minhas falhas. No amor eu sou egoísta, insensível, mas eu acho que o amor é complicado, mas complicado do que eu gostaria que fosse.” Ela pausa. “Mas talvez eu seja apenas complicada.” •
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