27.10
É isso mesmo que você leu, Meesterholic! Leighton Meester está gravando um novo álbum, a atriz e cantora concedeu uma recente entrevista ao Global News onde ela conta sobre Single Parents, sobre seu marido Adam Brody e sobre música! Confira abaixo:
Leighton Meester é conhecida por interpretar Blair Waldorf em Gossip Girl, mas agora é mãe solteira na nova comédia da Global, “Single Parents” (Pais Solteiros). Single Parents, criado por J.J. Philbin e Elizabeth Meriwether, é uma comédia que segue um grupo de pais solteiros, que se apoiam um no outro para ajudar a criar seus filhos de sete anos de idade e manter algum tipo de vida pessoal fora da paternidade. Meester interpreta Angie, uma mãe solteira de um filho chamado Graham. A série também conta com Taran Killam (SNL), Brad Garrett (Everybody Loves Raymond), Kimrie Lewis (Scandal) e Jake Choi (The Sun Is Also a Star). O Global News sentou-se com Meester em Toronto para falar sobre a segunda temporada de Single Parents, se sua personagem ensinou a ela alguma coisa sobre a paternidade e muito mais.
  • GN: Como você descreveria Single Parents para alguém que nunca assistiu ao programa antes?
  • LM: É um barril de risadas, honestamente, é realmente apenas momento a momento. Ao assistir como espectador, eu realmente aprecio isso e acho que é bobagem dizer que gosto do meu próprio programa, mas também, estar no set é uma sensação tão boa, poder ir trabalhar e rir. O programa é sobre um grupo de pais solteiros que, por qualquer motivo – seja o divórcio, nunca ter tido um parceiro sequer ou, infelizmente, em um dos casos, a morte – estamos criando nossos filhos por conta própria. Mas nós temos uns aos outros, e nossos filhos se tornam amigos e nós nos tornamos amigos. Nós ajudamos uns aos outros a nos guiar e também tomarmos conta uns dos outros.
  • GN: O que te atraiu para sua personagem Angie quando você viu o roteiro pela primeira vez na primeira temporada?
  • LM: Era a química e o quanto a dinâmica do grupo se encaixava e onde a Angie se encaixa. Eu pensei que seria realmente divertido interpretá-la. À medida que o tempo passa, sinto-me tão sortuda que consigo brincar com coisas tão divertidas. Angie é ao mesmo tempo mentalmente e sensivelmente estável mas também uma personagem completamente fora do espaço e que é muito forte. Ela definitivamente é defensiva por causa de todas as circunstâncias que a levaram a este lugar. Mesmo tendo muitas proteções e sendo meio durona por fora, ela é realmente uma boa mãe e uma pessoa carinhosa. Ela é muito sensível, vulnerável, espirituosa, e tudo isso faz dela uma personagem muito abrangente que eu tenho muita sorte de interpretar. Foi um esforço emocionante tentar incorporar uma mãe solteira. Eu sabia que, como mãe, é o trabalho mais difícil do mundo e estou dizendo isso mesmo não sendo uma mãe solteira. Fazemos isso com humor e lidamos com situações da vida real de uma maneira engraçada. Acho que isso não é destacado o suficiente na TV.
  • GN: Como você diria que a 1ª temporada difere da 2ª temporada em relação a Angie?
  • LM: A primeira temporada terminou com Angie se deparando com seu ex mais uma vez. Ele é o pai de seu filho, no qual ela criou muita raiva ao longo dos anos. Ela meio que guardou isso e decidiu odiá-lo. Ela nunca realmente falou sobre ele e nunca deixou seu filho conhecê-lo. Agora que a lata de minhocas está aberta, a raiva tem um jeito de sair. Ela envia a ele um e-mail infeliz, para dizer o mínimo. Ela está muito, muito furiosa. No decorrer da temporada, ele voltará à vida dela, quer ela queira ou não. Ela reage de uma maneira interessante. Esse é o tema do ano para Angie, e ela está sendo forçada a se abrir e levar essa conversa para o filho, quer ela goste ou não. Ela também se diverte muito nesta temporada, como namorar e conhecer pessoas e esse elemento dela ser a parte solteira de uma mãe solteira.
  • GN: Eu entrevistei seu marido, Adam Brody, há dois meses enquanto promovia Isabelle e Ready or Not e sei que vocês dois trabalharam juntos em outros dois filmes. Como tem sido a experiência de vocês dois trabalhando em Single Parents?
  • LM: Tão divertido! É tão bom, e logo de cara, eu lembro de me encontrar com todos os roteiristas antes do show começar e mencionar: ‘Sabe, meu marido é ator, se vocês tiverem interesse…’ Eles eram como: ‘Oh! Ele gostaria de fazer isso?’ Eu disse que sim antes mesmo de perguntar a ele primeiro. Então J.J. Philbin, a criadora da série, estava me contando que na última temporada nós íamos conhecer o pai do Graham, e ela apresentou o episódio para mim. Perguntei a ela quem iria interpretar o pai e ela disse: ‘No meu sonho, seria Adam’. Pensei que fazia todo sentido. Ele também é muito engraçado e foi incrível tê-lo vindo ao programa e experimentado um pouco do meu outro mundo com minha outra vida e família no programa. Chegamos ade carros juntos para trabalhar e nos divertir.
  • GN: Sua personagem lhe ensinou alguma coisa sobre a paternidade que você usaria em sua vida parental quando se trata de sua filha?
  • LM: Os personagens são construídos em grande medida para serem maiores que a vida, e o filho da Angie… ele pode ser pegajoso. Eu acho que há um elemento disso em muitos filhos, especialmente no primeiro filho. Esse é o combinado com a minha filha, mas ela não é pegajosa, ela só precisa de muita atenção, como todas as crianças. Angie tem essa filosofia realmente impressionante de como deixar seu filho cometer erros e sair sozinho e ter seus próprios sentimentos. Ela é uma mãe macia e permite que ele cometa seus próprios erros, e é assim que as crianças precisam ser. Eu aprendi isso com ela. Também aprendi por ser pai, que você não pode mostrar a eles como fazer coisas ou ensiná-los. Eles têm que aprender. Ela também me ensinou que ouvir e ver as coisas com humor é uma coisa boa.
  • GN: Você fica mais nervoso quando está filmando um show ou quando está trabalhando na Broadway?
  • LM: Broadway, um milhão de vezes. Embora você se sinta mais confortável com o passar do tempo, você chega a um lugar em que está mais relaxado e, em seguida, algo acontece ou alguém esquece sua fala e você tem que se esforçar para perceber que não deve ficar muito tranquila porque as coisas podem mudar a qualquer momento. Na Broadway, você está sempre no foco da câmera, mesmo quando não está falando. Enquanto na filmagem, você se acostuma à ideia de que aquilo será editado e eles escolherão a melhor opção. Você pode retomar uma fala e repetir, o que não é o caso da Broadway. Tudo pode acontecer, mas é também isso que o torna tão empolgante e obter feedback do público em tempo real, seja riso ou lágrimas, é muito gratificante.
  • GN: O que vem a seguir em 2019?
  • LM: Eu compus um álbum e no momento estou gravando ele, estou na metade. Então, é claro, teremos Single Parents e um filme chamado Semper Fi, que chegará aos cinemas em Outubro.
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